<BODY> ~*~* Meu Bebê Guilherme 2 *~*~


Guilherme




Meu 2º filhinho nasceu no dia 3/1/2007 às 0h38m em Brasília/DF. Seu peso ao nascer foi 4,250 kg e mediu 54 cm. Seu nome é Guilherme Kazuo Cortez Matsushita e trouxe muita felicidade às nossas vidas.


1º Blog – Gravidez


Mamãe




Meu nome é Catarina e nasci em 20/2/1976 em Brasília/DF. Sou autora deste blog que começou em 17/8/2006, dia em que descobri minha 2ª gravidez. Cinco dias depois, tive uma grande surpresa durante a primeira US: minha gestação já era de 23 semanas ou 5 meses e eu nem desconfiava! Fiquei mais feliz ainda com a novidade e cheia de planos para este novo bebezinho. Sou completamente feliz e realizada por ter me tornado mãe. A minha alegria em ser mãe pela segunda vez quero compartilhar com todos que lerem este blog.



Papai




Este é o pai do Guilherme e meu marido com quem sou casada desde maio/1999. Ele é um pai muito carinhoso e presente. O Guilherme é seu segundo grande troféu no Grand Prix da vida.



Irmão Dudu




Este é o meu 1º filhinho e se chama Eduardo. O Dudu nasceu em 17/9/2005, apenas 1 ano e 4 meses antes do Guilherme. Meus dois meninos prometem muitas aventuras juntos e enxergar o quanto se amam me deixa muito feliz. Eles com certeza serão grandes amigos.


Blog do Dudu


Na Barriga




Na primeira US descobri que minha gestação era de 23 semanas e pude de imediato saber o sexo do bebê: masculino! Fiquei felicíssima, pois sempre quis ter 2 filhos com idades próximas e do mesmo sexo. O Guilherme ficou 42 semanas no barrigão! Eu estava ansiosa para tê-lo em meus braços o quanto antes, mas escolhi respeitar o tempo dele. Contei para isso com a ajuda de minha querida doula Clarissa Kahn e minha GO Rachel Reis. Preparei tudo com muito carinho para a chegada do Guilherme: o chá de bebê, o enxoval, o bercinho, as malas, etc...



O Parto




No dia anterior ao parto minha dilatação já era de 5cm sem dor alguma. As contrações apertaram por volta das 22h. Saí de casa às 23h e tive uma evolução tão rápida do TP que o Guilherme quase nasceu no carro. No hospital, apoiada de cócoras, senti meu menino saindo de dentro de mim direto para os meus braços. Novamente experimentei minha força de mulher, de mãe. A felicidade que vivi naquele momento, eu carregarei por toda a vida. Agradeço a você Guilherme, por ser meu filhinho, meu amor, minha vida.



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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Preocupações


Após a morte do filhinho de 3 anos de uma colega de trabalho por causa de complicações da catapora, fiquei muito preocupada em vacinar os meninos. Das vacinas fora do calendário do governo, a única que realmente daria aos meninos seria a de catapora. Aí, comecei a pesquisar os preços nos laboratórios e a idade mínima para aplicação. No primeiro lab que liguei a atendente indicava a vacina para crianças a partir de 9 meses, no outro a partir de um ano, mas já davam com 9 meses sendo uma dose com 9 meses e outra com 12 meses. Aí, fiquei com a pulga atrás da orelha e mergulhei no google em busca de respostas.

O fabricante da vacina varilrix contra catapora indica na bula dose ÚNICA para crianças a partir de 12 meses. Pesquisei em sites médicos e a mesma indicação aparecia. Não encontrei nada se referindo a vacinação de bebês de 9 meses. Contudo, encontrei na bula bem explícito que a criança que tomasse a tal vacina não poderia tomar remédios como AAS(ácido acetil salicílico). O Guilherme toma AAS desde que teve alta da UTI por conta da dilatação na coronária. Assim, pelo que eu li, ele não poderia de jeito nenhum tomar a tal vacina.

Há uns dias, algo tem me incomodado para procurar um médico “decente” para acompanhar o Guilherme. A médica “especialistíssima” na doença, Dra. Cristina Magalhães, é péssima no trato com o paciente e sua família. Aí, coloquei a cabeça para funcionar e pensei que depois do Kawasaki, a especialidade médica mais indicada era a cardiologia. Procurei recomendações de médicos aqui do trabalho e fomos parar no INCOR-DF. Antes, pesquisei o currículo do médico no site do CNPQ e me pareceu muito gabaritado, só faltava saber se no trato com o paciente era tão bom quanto nos títulos acadêmicos.

Gostei do médico, rs... Para isso acontecer é dificílimo, pois sou extremamente criteriosa e a maioria dos médicos que encontro é muito ruim. Quando não pecam pela falta de conhecimento, pecam na parte humana da coisa. Não tenho visto muita diferença entre os médicos que aceitam convênio e os que cobram R$ 200,00 a consulta.

O que descobrimos é que o Guilherme tem duas coronárias dilatadas e não apenas uma como a médica anterior havia falado. O médico suspeita de um aneurisma que deverá checar num novo ecocardiograma na sexta-feira que vem. Apesar disso, ele nos disse para não nos preocuparmos, para continuar com o AAS até 2 anos , pois o mais difícil já havia passado. Agora, o importante era a monitoração e no futuro o cuidado maior com as taxas de colesterol e triglicerídeos do Guilherme. Quanto à vacina, o médico não vê necessidade de dá-la ao Guilherme e me tranqüilizou quanto ao AAS que na dosagem que ele toma não oferece nenhum risco para desenvolver a doença de Reye (uma longa história...).

Fiquei preocupada, pois eu achava que a dilatação regrediria completamente, mas o médico já nos alertou que em casos de Kawasaki não se fala em cura completa e o tratamento seria para não aumentar o aneurisma coronário. Isso me entristeceu, por pensar que o Guilherme carregará o problema por toda sua vida. Contudo, não vou deixar meu pensamento me levar para o campo do “por que comigo”, pois acho que na vida ninguém está acima de ninguém para que coisas ruins não aconteçam. Por mais que o Luciano Huck pense, rs... A todos acontecem coisas boas e também coisas ruins. Fazer o quê? Bola pra frente. Se estou satisfeita? Não mesmo, mas também não dá para ficar me lamentando. Outra coisa que detesto é aquele tipo de frase: podia ser pior. Afe! Mas também ele podia nunca ter tido essa maldita doença, raios! Deixa pra lá. Bola pra frente.

Dudu é só meu. À tarde, a babá, minha sogra, Dudu e Guilherme desceram para brincar debaixo do bloco. O Dudu avistou um bebê no carrinho e logo correu para beijar seus pezinhos. Na hora que o Dudu beijou o pé do bebê, o Guilherme que estava no colo, começou a chorar de ficar com o rosto todo vermelho. A babá disse que o menino só se calou depois que o colocaram no chão e ele grudou no Dudu. Será que foi ciúme? Será que ele acha que o Dudu é só dele? Rs...
*
Bate palmas. O Guilherme aprendeu a bater palmas direitinho há uma semana e meia. Ontem, estávamos com ele no colo, conversando com um senhor e eu disse ao homem: - Parabéns! Foi o suficiente para o bebê começar a bater palmas, rs... Comando: Parabéns. Ação: Bater palmas.
*
Briga, ri, fala. O Guilherme "fala" o dia inteiro e alto como uma maritaca. Quando quer um DVD, fala: - Dedede. Depois, procura a caixa do DVD que passa na TV, uma por uma até encontrá-la, jogando as outras no chão, arremessando por trás da cabeça, rs... Agora, cismou de brigar quando o Dudu está sentado de castigo por querer que o irmão brinque de correr. Fica vermelho de raiva! Já vi que o menino é temperamental, basta não deixá-lo fazer algo para que encene raiva com bico e lágrimas. Às vezes fica até "magoado", rs... Nisso o Dudu era diferente, pois eu dizia não e o menino fazia do mesmo jeito.
*
Guilherme pop. Descobri o segredo para que o filho seja sociável: é vc não querer que ele seja. Rs... O Guilherme agora se exibe pra toda e qualquer pessoa assim como o Dudu fazia. Afe! Ontem, estávamos esperando atendimento e o bebê começou a encarar uma moça que também esperava. Depois estendeu a mão na direção dela. Eu o segurei pensando que não a deixaria pegar em suas mãos, pois mostrava-se visivelmente gripada. O Guilherme começou a se remxer querendo ir ao chão. Assim que o coloquei, o menino se desembestou em direção à moça. O agarrei a tempo e dei a desculpa de achar que ele cairia.
*
Não sou do tipo "mãe germe-free", mas como o Guilherme é mais sensível, teve Kawasaki, tento não deixá-lo tão livre como eu gostaria de fazer. O Dudu foi criado andando descalço em tudo quanto é lugar propositalmente para desenvolver anticorpos. Contudo, tenho medo de fazer o mesmo com o Guilherme. Aí, a neura aparece.
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Alergia à picada de insetos. Continuando minhas tendências neuróticas dos últimos tempos, cismei que o Guilherme podia estar com catapora. Mesmo sem parecer, o menino aparecia com uma pintinha nova a cada dia. Tinham a aparência de picada de inseto, mas vcs sabem como sou, né? Consegui um encaixe com um dermatologista depois de quase chorar para secretária e rumamos para tentar descobrir o que eram aquelas "coisas". O médico olhou e perguntou: - Tenho duas notícias, uma boa e uma ruim, qual vcs querem primeiro? A boa é que não se trata de catapora. Ufa! A ruim é que é alergia. Qual seria pior, catapora ou alergia? Não consegui me decidir. Toda vez que ele receber uma única picada de inseto, a reação do organismo fará com que fique todo salpicado de pontos alérgicos. Tratamento? Repelente e em último caso, anti-alérgico oral. Evitar pomadas anti-alérgicas por causa dos corticóides. - Para sempre? Talvez com 3 anos o sistema imune do Guilherme não reaja com tanta intensidade e a alergia diminua.
*
Beijos a todas.



Às 10:27


Lilypie 2nd Birthday Ticker