<BODY> ~*~* Meu Bebê Guilherme 2 *~*~


Guilherme




Meu 2º filhinho nasceu no dia 3/1/2007 às 0h38m em Brasília/DF. Seu peso ao nascer foi 4,250 kg e mediu 54 cm. Seu nome é Guilherme Kazuo Cortez Matsushita e trouxe muita felicidade às nossas vidas.


1º Blog – Gravidez


Mamãe




Meu nome é Catarina e nasci em 20/2/1976 em Brasília/DF. Sou autora deste blog que começou em 17/8/2006, dia em que descobri minha 2ª gravidez. Cinco dias depois, tive uma grande surpresa durante a primeira US: minha gestação já era de 23 semanas ou 5 meses e eu nem desconfiava! Fiquei mais feliz ainda com a novidade e cheia de planos para este novo bebezinho. Sou completamente feliz e realizada por ter me tornado mãe. A minha alegria em ser mãe pela segunda vez quero compartilhar com todos que lerem este blog.



Papai




Este é o pai do Guilherme e meu marido com quem sou casada desde maio/1999. Ele é um pai muito carinhoso e presente. O Guilherme é seu segundo grande troféu no Grand Prix da vida.



Irmão Dudu




Este é o meu 1º filhinho e se chama Eduardo. O Dudu nasceu em 17/9/2005, apenas 1 ano e 4 meses antes do Guilherme. Meus dois meninos prometem muitas aventuras juntos e enxergar o quanto se amam me deixa muito feliz. Eles com certeza serão grandes amigos.


Blog do Dudu


Na Barriga




Na primeira US descobri que minha gestação era de 23 semanas e pude de imediato saber o sexo do bebê: masculino! Fiquei felicíssima, pois sempre quis ter 2 filhos com idades próximas e do mesmo sexo. O Guilherme ficou 42 semanas no barrigão! Eu estava ansiosa para tê-lo em meus braços o quanto antes, mas escolhi respeitar o tempo dele. Contei para isso com a ajuda de minha querida doula Clarissa Kahn e minha GO Rachel Reis. Preparei tudo com muito carinho para a chegada do Guilherme: o chá de bebê, o enxoval, o bercinho, as malas, etc...



O Parto




No dia anterior ao parto minha dilatação já era de 5cm sem dor alguma. As contrações apertaram por volta das 22h. Saí de casa às 23h e tive uma evolução tão rápida do TP que o Guilherme quase nasceu no carro. No hospital, apoiada de cócoras, senti meu menino saindo de dentro de mim direto para os meus braços. Novamente experimentei minha força de mulher, de mãe. A felicidade que vivi naquele momento, eu carregarei por toda a vida. Agradeço a você Guilherme, por ser meu filhinho, meu amor, minha vida.



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segunda-feira, 31 de março de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Minha mãe é uma fera
*
Tenho uma história no mínimo curiosa sobre um fato que ocorreu ontem.

A temporada de festas infantis começou e nos próximos fins de semana estaremos com a agenda cheia. No meu calendário fiz as marcações das festinhas: 5/4 Heitor, 11/4 Mateus, 12/4 Samuel, 24/5 Pedro, 25/5 Sofia e isso tudo antes do meio do ano. Rs...

O Dudu adora festas e basta que eu diga que o aniver de fulano é sábado, o menino logo se agita me pedindo para ir logo à festa. Aí, haja convencimento para explicar que em plena terça-feira 8h da noite não há festa alguma, rs...

"Fase do apanha".O Guilherme também gosta de aniversários, mas está na “fase do apanha”, aquela em que as crianças-boazinhas são vítimas das não-tão-boazinhas. Quando se tem um filho bonzinho é difícil passar por essa fase sem nenhuma cicatriz no coração. Lembro-me do quanto o Dudu apanhou do primo e nos parques que freqüentávamos. Eu sempre ia pra casa com aquele pensamento de como as crianças são malvadas, ou como os pais não as educam ou como eu era uma “mãe-banana”. Acho que o pior sentimento que eu levava comigo era o de ter “sangue-de-barata”. Deixar meu filho apanhar que nem cachorro e não defendê-lo. Será que eu estava vivendo no mundo da fantasia onde as crianças eram sempre boazinhas e educadas? Depois das várias pancadas que o Dudu tomou, acordei no mundo real das crianças fazem atos de violência gratuita e dos pais que pouco se importam ou fingem que se importam. Quando o filho bate toleramos, mas quando apanha viramos um bicho. E virei mesmo um bicho, rs...

Instinto materno. Descobri o que significa “instinto materno” neste domingo em uma situação que envolveu o Guilherme. Um lado meu aflorou de uma forma no mínino cômica para quem assistia. Rs...
*
Era o aniversário de um ano da filha de uma amiga. Uma festa linda para uma menininha que era quase uma boneca com seus lindos olhos violeta. Tudo florido, muitas crianças bem arrumadas, pais contentes, gente jovem, um ambiente maravilhoso e perfeito.

A confusão. Depois que tirei o Guilherme do pula-pula, soltei o menino no chão para brincar com uns balões. Ele brincava alegremente com mais duas crianças da mesma idade quando de não sei onde surgiu uma criatura má intencionada. Não passava de um garoto de uns 2 anos, arrumado e bonitinho. Ele arrancou o Guilherme de perto de mim puxando sua camisa com uma mão e cravando a outra mão no pescoço do meu filho. A mãe do menino correu e puxou a criatura que não largava o pescoço do Guilherme. A essa altura, meu bebê gritava de dor e fiquei completamente fora de mim. Não vi nada nem ninguém. Não vi o monte de convidados, não vi as crianças, não vi o menino, só enxerguei o Guilherme sofrendo. Avancei no garoto de 2 anos tentando soltar a mão do pit-bull do pescoço do Guilherme. O menino estava tão resoluto em machucar meu filho que mesmo eu apertando sua mão com minhas unhas ele não largava. A mãe da criança começou a gritar loucamente para que eu o largasse, mas o monstrinho não soltava o Guilherme. Foi quando ela partiu para cima de mim e me empurrou. Fiquei furiosa! Peguei o sapato e taquei na mulher com toda força que consegui. O quê? Rs... Isso mesmo, arremessei os sapatos na mulher que a essa altura se afastava enquanto eu pegava no colo o Guilherme em prantos. Tudo foi puro impulso, deu pra ver né?

Que idéia essa de tacar os sapatos na mulher? Rs...

Quem assistia deve ter dado gargalhadas, rs... Foi no meio de todo mundo e com direito a tudo: convidados nas mesas, crianças, animadores, etc. Faltou só o coral de incentivo:

- Briga! Briga! Briga!


E eu que me considerava uma quase lady! Transformei-me numa barraqueira! Por pouco não rolamos no chão puxando os cabelos uma da outra. Rs... Imaginem que cena grotesca! A briga acabou aí, a mulher ficou falando para o filho pedir desculpas para o Guilherme daquele jeito que os pais fazem quando não estão nem aí. E eu, tomei consciência dos meus atos e temi ter machucado o menino. Olhei para a mulher e pedi desculpas, mostrando que eu precisava tirar a mão do filho dela do pescoço do Guilherme. Mostrei a ela o vergão que ficou no pescoço do meu menino.

Provavelmente, essa criança deve machucar os coleguinhas da escola,mas como as professoras não ligam, a mãe deve receber as reclamações e ainda dizer que o filho só se defende. Contudo, acho que depois de ontem, essa mulher pensará seriamente em deixar seu pit-bull, ops, filho, solto perto de outra criança ao lado de sua mãe. Rs...

Essa foi a primeira vez que briguei na rua. Acho que estou completamente louca, rs... Dizem que mulher só briga por homem ou por filhos. Parece que sou desse último tipo, quem me viu, quem me vê... Fico imaginando os outros convidados comentando hoje sobre as duas loucas se atracando numa festa infantil, rs...

A briga aconteceu tão rápido, que logo o Guilherme estava brincando como se nada tivesse acontecido. O Rubens, ao saber da confusão, quis colocar o Dudu para bater no menino, mas eu disse que não era pra tanto. Para minha sorte, eu não conhecia ninguém além da dona da festa, rs...que nem viu a confusão...ainda bem...rs... Depois do fato, no ambiente em que eu estava, a mulher do pit-bull não aparecia e o Rubens me disse ter observado que o pequeno pit-bull ficou sob vigilância constante.

É lógico, se a mãe sabe que seu filho é agressivo com outras crianças, precisa vigiá-lo o tempo todo, mas quem liga se outra criança é machucada, né? É muito cômodo deixar o pit-bull solto enquanto os meninos bonzinhos são privados de brincar. Por isso não fui embora da festa, o clima ficou meio estranho, mas resolvi deixar meus meninos brincarem até o final. Quem agrediu o Guilherme é que fosse embora. Também não foi e ficamos todos lá, civilizados como ingleses, escondendo no íntimo a vontade de estraçalhar como fera uns aos outros. Essa foi forte, rs...

Para resolver esse meu instinto fera, na próxima festinha, decidi colocar uma placa no Guilherme com os seguintes dizeres:
Cuidado! Mãe brava!

Rs...

Fiquei com um pouco de vergonha, mas para mim, esse é um sentimento mais legítimo que o de “mãe-banana” que não defende o filho.
Arrrrrrrrrrgh! Rs...
Continuo...



Às 12:30


Lilypie 2nd Birthday Ticker




quarta-feira, 26 de março de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



A maternidade e a TV

Meu post hoje foi motivado pela história do Pingu escrita pela Ângela, mãe do Matheus. "Não aguento mais ouvir barulho de pinguim"...
*
Antes dos meninos nascerem eu olhava torto para o pai/ mãe que dizia ter comprado outra TV por causa dos filhos. Na minha concepção, quando eu tivesse vontade de assistir noticiários ou novelas, meus filhos teriam que ceder o espaço de qualquer maneira: rindo ou chorando. Até parece...

- "Nada de desenhos na hora do jornal!"

Era o meu pai bradando na minha infância. Não me lembro se funcionava, minha mãe garante que sim, mas tenho dúvidas...

Eu “me achava” a mãe capaz de conseguir tal feito... Contudo, descobri outra coisa...

Depois que os meninos foram iniciados no mundo da televisão, quando percebi que ela era um santo remédio acalma-menino, na minha casa não assisto mais a TV.

Palavras sábias de um colega de trabalho:

“Os filhos vêm para colocar os pais nos eixos.”

Vida desregrada. Tínhamos uma vida um tanto “desregrada” antes do Dudu e do Guilherme, rs.
Olhem os benefícios que o serviço militar obrigatório, ops, serviço paternal obrigatório nos trouxe:

Toque de alvorada às 6h da manhã. Meus filhos são os únicos na face da Terra que conseguem nos fazer acordar às 6h da manhã todos os dias, inclusive num domingo ou feriado chuvoso, rs... No modelo anterior acordávamos entre 11h e 12h30min fins de semana ou faltando 30 minutos para entrar no serviço... quanta picaretagem...

Exercícios físicos. Além da corrida, fazem com eu faça alguma musculação: levantamento de menino, agachamento para pegar brinquedos, etc... Eu que era a mulher mais preguiçosa do universo, virei quase uma desportista, exageraaaaada!
E também tomar sol de manhã, muito necessário para síntese da vitamina D. Não gosto de pegar sol de jeito nenhum, tanto que à praia vou como uma mulçumana, rs... Na gravidez do Dudu não fiquei com nenhuma mancha no rosto, já na do Guilherme apareceram as benditas graças ao sol que tomei pelos passeios com o Dudu.

Organização. A casa ficou muito mais limpa depois deles, pois eu sempre estou com uma vassoura ou pano úmido limpando o chão repleto de migalhas, comida e papéis rasgados. Rs... Antes dos meninos tínhamos uma faxineira, quando ela aparecia, uma vez por semana, nem forrar minha cama eu forrava, rs... Imaginem uma visita aparecendo de surpresa?

Alimentação saudável. A geladeira sempre está repleta de verduras, legumes e frutas frescas. Adultos comem qualquer coisa, mas crianças... Passei a freqüentar vários Verdurões, fiz amizade com as vendedoras e com o açougueiro. Rs... Sei até os que vendem produtos de melhor qualidade e os horários que chegam as verduras. Dá para acreditar?

Toque de recolher. Dormimos “religiosamente” às 23h, pois o dia seguinte de atividades mil nos obriga. Antes deles, a hora de dormir nunca era antes de 00h30min.

Acho que farei um quadro com a frase do meu colega...

Vício de TV. Víamos TV demais, assinamos a Skys e passávamos o domingo TODO assistindo FOX, AXN e outros que já esqueci o nome. Faz tannnto temmmpo... No final da tarde, meio que do nada, nos sentíamos estranhos, inicialmente não dava pra entender, mas concluímos que só podia se tratar de tédio. TÉDIO? Diante dessa constatação, tentávamos procurar alguma coisa para preencher nossas existências vazias. Agora me lembro... acho que decidimos ter filhos numa dessas tardes, rs...

Ainda bem que os meninos corrigiram esse nosso péssimo hábito de assistir demais a TV. Rs... Hoje, quando acordo, a babá já ligou o DVD no Hi5 a pedido do Guilherme, depois que voltamos do parque, o DVD é ligado de novo no Hi 5, quando chego do trabalho à noite adivinhem?
- Hi5!
Entro em casa bradando com a mão levantada o "cumprimento" da seita.

Overdose de Hi5: café da manhã, almoço e jantar. Funciona mesmo, no meio da tarde, no trabalho, me pego cantando:
“Cinco sentidos e os seus sentidos quantos são...”
Rs...

Voltando ao assunto de não assistir mais TV, esqueci de responder à pergunta chave:
- Quem manda na sua casa?

Com toda minha altivez respondo:
- Dudu e Guilherme.

Pensei que resolveria o problema da TV comprando outra. E adivinhem?
Claro que não resolveu.
O primeiro fato é que os meninos monopolizam a TV da sala. O segundo é que nos monopolizam também.
“Não basta ser pais têm que participar” é o lema dos meninos.
Não satisfeitos em assistir trocentas vezes seus DVDs, precisamos assistir junto. Que sacrifícios tão imensos não fazemos pelos filhos, né?
De tanto assisti-los, eu até estou gostando de desenhos... Rs...

Percebi que não vale a pena impor a regra do meu pai. Não sou tão forte e corajosa como ele. Prefiro não assistir TV a aturar o chororô dos meninos pedindo seus DVDs.
Como alguém consegue ver o Jornal Nacional com o filho enchendo a paciência do lado? Sou fraca. Minha paz de espírito vale mais que um monte de notícias trágicas.

Fora que não gosto que o Dudu veja o lixo que passa nos noticiários, pois ele fica impressionado. Outro dia, nos breves segundos que conseguimos colocar na Globo, passou a notícia do desabamento de um barranco. O Dudu perguntou um milhão de vezes o que era, porque, como, porque, e blá, blá, blá. Até percebeu um detalhe que havíamos visto que era a porta da casa fechada apesar de toda confusão. No dia seguinte continuou insistindo no mesmo assunto e não sei o que o Rubens disse para ele se satisfazer.

É, ele está definitivamente na fase do “porque”. Normalmente dou uma explicação a mais rebuscada possível para ver a reação do menino, rs... Acho que ele fica imaginando o que devam ser aquelas coisas científicas que falo, rs...

Também não o deixo assistindo os desenhos da TV aberta, aqueles antigos que assistíamos, pois os considero muito violentos. Que ironia, né? Um deles deixou o Dudu muito preocupado. Era de 3 ratos cegos que morreram de rir quando um gato prendeu seu rabo numa ratoeira e gemeu de dor. O Dudu chorou na hora perguntava o tempo todo porque os ratos machucaram o gato. Não sabíamos o que dizer. Faz duas semanas que o Dudu viu o desenho e ainda pergunta.

Voltando... rs...
Sentido. Para concluir, me rendo ao meu destino de não assistir mais TV. Primeiro porque não me deixam, depois porque quero proteger os meninos. Fazer o quê?
Realmente os sargentos Dudu e Guilherme estão nos colocando na linha:
- Sentido!
E batemos continência.
No fundo, sabemos que mandamos no quartel, só deixamos que eles tenham a doce ilusão do poder, rs... Ou será que não?
Beijos a todas.



Às 13:54


Lilypie 2nd Birthday Ticker




segunda-feira, 24 de março de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Dentes




Embaixo do bloco grudado na mamãe:
Cantando Hi5 coloca as mãozinhas perto da boca:

O Guilherme está muito incomodado nos últimos dias por conta do nascimento dos dentes.

O bebê pede colo o tempo todo, corre menos e fica enjoadinho com mais freqüência. Começou babando muito e não sei como, colocava as duas mãos na boca ao mesmo tempo para coçar a gengiva.

*
Teve febre por um dia, mas mesmo assim, não ficou apático. Depois, só reclamação o dia todo e colo. Escovar os dentes virou missão impossível e às vezes espero ele chorar para conseguir executar tal tarefa. Rs...

*
Diferentemente do Dudu que na época eu não sabia direito o motivo dos enjôos e febre, com o Guilherme damos tylenol assim que percebemos seu estado. Eu detestava tomar remédios e dá-los aos meninos, mas hoje, assim que demonstram mal estar, dou logo o “antídoto”.

*
Quando os dentes do Guilherme estão para nascer, ele fica coçando as orelhas. É batata! Passo o nenê dente na hora e parece dar um alívio. Se ele continua resmungando, dou o tylenol para diminuir a dor e o incômodo.

*
E assim vamos torcendo para os dentes nascerem logo. O Guilherme tem 8 dentes e estão nascendo de uma vez mais 4: dentre eles os caninos que são os mais doloridos segundo a sabedoria popular.
Pelo menos o bebê continua comendo bem, rs... Ele está bem pesado e grandão. Na quinta-feira, teremos uma consulta e verei qual o peso e a altura do menino.

A Páscoa foi bem legal, comentei no blog do Dudu:
Beijos a todas.



Às 12:33


Lilypie 2nd Birthday Ticker




quinta-feira, 13 de março de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker




Judoca Guilherme Kazuo
com essa cara de bravo ganha de qualquer um, rs... Num parece tirado de um filminho japones? Rs...


Na aula:


Tem tamanho para usar um quimono?

Ele nao e bonitinho?
Orgulho da mamæ!
***quero deixar registrado para o futuro que hoje dia 14/3/2008, com 1 ano e 2 meses, o Guilherme reconheceu a letra A escrita na placa de um bloco de aptos perto daqui. Ao chegarmos perto, ele apontou para a letra unica e disse: - Aaaaaaaaa! Quase tive um colapso, rs... Eu nem havia visto a letra e quando o vi apontando e falando chega tomei um susto. Quase na mesma idade o Dudu reconheceu a letra D num encarte de jornal que minha sogra lia. Esta registrado no blog antigo dele. Sou besta deslumbrada, mesmo! Rs...


Um ano da Doença de Kawasaki
*
Olá amigas!

Há um ano, no dia 13 de março de 2007, eu estava arrancando os cabelos por conta da falta de diagnóstico para a doença do Guilherme. Muitas amigas que me acompanham desde aquela época devem lembrar os dias difíceis que ficaram no passado. Sabem, vivemos tanta coisa em um ano que parece que vivi 3 anos e 1. Rs...
*
Ontem recebi um e-mail, de uma amiga "das boas", de uma mãe de kawasaki pedindo informações sobre a doença e isso me levou a ler o blog do Guilherme do ano passado. Fico feliz em poder ajudar de alguma forma pessoas que passam pelo mesmo problema e buscam alguma esperança na internet.
*
O bom de escrever um blog é poder relembrar o passado, fica tudo escrito. É possível reviver as emoções impressas no papel virtual, alegrias e dificuldades das páginas da vida. Reli o que aconteceu, me emocionei e fiquei feliz. Meu bebezinho de 2 meses, sobrevivente da doença e da medicina, hoje é um homem de 1 ano, rs, crescido, saudável, forte e inteligente graças à bondade das minhas amigas virtuais. De quanta coisa boa me lembrei, da corrente do bem...Realmente existem pessoas boas no mundo.
*
Para saber sobre a nossa história:
História da Doença de Kawasaki no post de 4/4
*
Cada minuto que passei escrevendo sobre minha intimidade, me expondo, recebendo oras elogios, oras ofensas valeu a pena. Valeu a pena desenhar minha imagem real mesmo em alguns momentos perdendo ditas "amizades". Quem tem a coragem de dizer o que pensa sem usar o anonimato? Lembram das histórias das empregadas, rs... Cômico? Trágico? Parece que despertei muitos desafetos por aí, todos sem rostos, rs... Isso é o que sou, às vezes legal, às vezes chata. Bom, mas não é sobre isso o tema de hoje.
*
Deixarei aqui, algumas direções que tomamos após a doença de Kawasaki para ajudar quem possa precisar.
*
Tratamento após a doença de Kawasaki.
*
Fomos "encomendados" a uma reumatologista especialista na doença, contudo percebemos que não havia o que ela fazer. Depois que passou o ecocardiograma e os exames do ouvido, ela se tornou dispensável. Pagar uma consulta de R$ 160,00 para nada é dose! Nem empatia ela nos passava. Então, obrigada e até nunca mais. Eu ainda estava traumatizada com a desumanidade médica.
*
Ecocardiograma. No primeiro ecocardiograma que fizemos, ainda na UTI, o técnico não localizou nenhum problema no coração do Guilherme. Contudo, havia sim, mas um médico que não está acostumado a procurar no lugar certo, dificilmente localiza a alteração. Essa é uma das dificuldades, sem o diagnóstico correto da alteração cardíaca, não se busca tratamento, né?
*
Felizmente, a reumatologista nos encaminhou à uma radiologista experiente em Kawasaki. Apesar de não querer que o Guilherme tivesse nada, ao descobrir a dilatação na coronária, pudemos pensar em tratamento.
*
A cura.
*
- Ele ficará curado Dra?
*
A resposta para essa pergunta não foi clara. Perguntei repetidas vezes, procurei na internet, mas infelizmente não encontrei o que precisava. Não há tratamento. Os médicos não conseguem reverter a dilatação coronária com qualquer remédio.
*
- Então o Guilherme tomará AAS pela vida toda?
*
A resposta foi sempre a mesma: “Não podemos afirmar”. Que raiva! Como eles não sabem? O pior é que nem na internet encontrei resposta. O AAS impede que o sangue coagule na região da dilatação, o que geraria um aneurisma. Por isso, o Guilherme toma esse salicilato há 1 ano.

Esperança. A idéia é que com o crescimento, a criança deixe de ter a dilatação cardíaca. Ok. Estamos nas mãos do talvez.
*
Audição. Depois do coração, a parte mais afetada é o aparelho auditivo. O exame auditivo deu normal e acredito mesmo que a audição do Guilherme seja boa, pois as palavras que ele fala já saem com alguma precisão.

Vacinas. Por conta do Kawasaki, na verdade, pelas imunoglobulinas, a criança não pode tomar qualquer vacina por 3 meses, não fariam efeito algum. Isso impediu que o Guilherme fosse imunizado contra o rota-vírus.
*
Outra coisa que descobri, foi que por tomar salicilato, o Guilherme não deve tomar vacinas como a de catapora. Mesmo por que, na bula, ela é indicada para crianças acima de 2 anos. Prefiro ler a bula que confiar cegamente nos pediatras.

Remédios. Outra coisa, há alguns remédios que não podem ser tomados junto com o AAS. Mais um motivo para ler a bula antes de dar alguma coisa para as crianças.
*
Presente. No mês de abril, faremos mais um ecocardiograma para verificar a situação das coronárias do Guilherme. Estou torcendo muito para que tenham voltado ao normal.
*
Futuro. Como precaução, mesmo que as coronárias voltem ao normal, ele terá um acompanhamento cardiológico pela vida toda. O meu desejo de mãe é que ele viva uma vida normal. Que pratique todos os esportes que desejar sem impedimento algum.
*
Toda noite antes de dormir eu digo a ele que seu coração ficará perfeito novamente e ele praticará qualquer atividade física que quiser. Falo isso sem certeza, mas com muita esperança e desejando com toda a minha força interior. Ser mãe deve ser isso, né?
*
Beijos a todas e obrigada de coração pelo carinho que vcs têm por nós.



Às 14:15


Lilypie 2nd Birthday Ticker




terça-feira, 11 de março de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Bom dia



Ao descer com o Guilherme pelo elevador do bloco, saudei uma vizinha com "bom dia". Imediatamente, o bebê no meu colo repetiu:
- Bô di!

A vizinha abriu um sorriso e disse bom dia ao molequinho sapeca, rs... Eu quase desmaiei de tanta emoção, pois foi o primeiro "bom dia" do Guilherme, com 1 ano e 2 meses. Tão bonitinho! Quem olha até pensa que o menino é um gentleman, rs...

O bebê está repetindo as palavras cada vez com mais clareza. Sua nova onda é responder ao que digo:
- Vamos trocar a fralda, tá? (eu)
- Tá! (Guilherme)

-Vc comeu banana, né?
- Né! (Guilherme)

E assim, confirma com seus tás, nés, és tudo que digo a ele, rs... Paiaçinho!

A reclamação continua. Afe! Essa parte é difícil! A reclamação dele me cansa muito e fico desanimada para fazer programas fora do ambiente controlado do lar, rs... O menino reclama o tempo todo, pede colo (ele pesa em torno de 12kg), mas continua reclamando, quando não faço algo que ele quer, fica nervoso e reclama mais ainda. Cruzes! Dessa idade não sentirei saudade de jeito nenhum. Por falar nisso, ainda não consegui sentir saudade de nada, rs... Acho que tenho boa memória, rs...

ODudu era do mesmo jeito reclamão. Com 1 ano e pouco, o Dudu era exageradamente curioso e danado, a cada segundo aprontava uma: colocava absolutamente tudo na boca (isso durou até os 2 anos) e mexia nas coisas em ritmo acelerado.

O Guilherme ainda consigo que ele fique quietinho, por algum tempo no meu colo, assistindo DVD ou vendo figuras de um livro. Isso só consigo fazer com o Dudu hoje aos 2 anos e 5 meses. Rs...

O bebê ainda não se ligou muito no pai, por outro lado, sente muito a ausência do Dudu. Engraçado, né? A babá me disse que às vezes ele está reclamando à tarde, mas é só o Dudu acordar que a reclamação cessa, rs...
Quando estou exausta com as reclamações e isso acontece alí pelas 15h do sábado, rs, antes que eu arremesse o bebê pela janela, procuro uma balinha ou pirulito e toda a reclamação desaparece. Sei que isso não é o ideal, mas funciona e nessas horas, eu só quero um pouco de paz para continuar fazendo tudo que os meninos precisam.
*
Páscoa. Com a chegada da Páscoa, estou planejando uma vila do coelhinho lá em casa... Vou espalhar uns ovinhos de chocolates pela casa com pegadas de coelho e dizer para os meninos procurarem. São pequenos, mas gostam muito de chocolate e será uma boa diversão. Adoro inventar essas coisas, comprei uns ovinhos pequenos e balinhas coloridas para montar os ninhos do coelho. Rs... Desde quando coelho faz ninhos e bota ovos? Rs... Coisas estranhas para as crianças entenderem.
*
Infância. Uma das datas comemorativas que mais gosto é a Páscoa. Tenho lembranças maravilhosas da minha infância relacionadas a essa data. Meu pai trabalhava numa distribuidora de doces, para nossa mais completa felicidade, rs. Na Páscoa, ele comprou um monte de coelhinhos, ovinhos, cenourinhas, tudo de chocolate. Comemos doce até sair pelas orelhas e apesar disso não ser politicamente correto, é uma de minhas melhores lembranças da infância.
*
Não vou privar meus meninos de doces e chocolates, só por que um bando de médicos ou dentistas de nossa época inventou que o grande mal da humanidade são os doces, chocolates ou refrigerantes. Cada dia eles elegem um vilão, o café já teve sua vez, o ovo, a carne de porco e assim vamos deixando de comer os alimentos baseados nessas pesquisas mal feitas.
*
Não conheço ninguém cuja boa lembrança da infância tenha sido: "naquele dia comi brócolis". Rs... Eu adoro brócolis e dou sempre aos meninos, mas isso é obrigação para o bem do corpo e não prazer como doces, chocolates e refrigerantes. Tem coisa mais legal na infância que campeonato de arroto? Rs...
*
Quero que meus meninos se lembrem das vezes em que do nada eu os chamava, fazia uma cara de mistério e contava que tinha uma surpresa... Corria no meu quarto, onde escondo os chocolates e levava os meninos para comerem chocolate comigo em cima da minha cama. Tem coisa mais gostosa? Rs...
*
Posso ser doida, mas quero dar momentos como esses à memória dos meninos. Depois, é só escovar bem os dentinho e pronto. Rs... Quando digo que tenho uma surpresa, o Dudu arregala os olhos e quase perde o fôlego de tanta felicidade, rs...
*
Beijos açucarados a todas. Eu de dieta falando como louca em doces...quanto delírio...rs...



Às 09:20


Lilypie 2nd Birthday Ticker




quarta-feira, 5 de março de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Fotos da aula de música

As fotos ficaram ruinzinhas, pois as tirei com o celular, mas dá para ter uma idéia.
Guilherme tocando o xilofone:
O Dudu se sentou no banquinho da bateria e disse:
- Mamãe, igual ao Phil Collins!
Eu e o professor começamos a rir...
Jurando que saia som e não só uma barulheira infernal, rs....
De perfil:

As outras fotos do guilherme ficaram muito ruins e não consegui arrumá-las. Tirarei outras com a câmera do meu marido.

No sábado, teremos reunião na escola de música e tenho muito a observar. Sinto que as aulas estão meio repetitivas e sem direção. Não consigo perceber os objetivos da aula. A professora tem um estilo que gosto: é rápida e animada. Contudo, repete sempre as mesmas músicas e não varia tanto os instrumentos. Tenho sugestões: fazer aulas temáticas com as datas comemorativas, mostrar mais instrumentos, cantar outras músicas além das de roda e repetir menos as musiquinhas.

Outra, as sala está muito escura e abafada. Tudo bem que possui isolamento acústico, mas a iluminação está a desejar.

Que mãe chaaaata! Tenho certeza que ganharei o sobrenome "Enjoada da Silva", rs...

Sei que eles pedirão para não ficarmos na sala, mas estou salva pois o Guilherme ainda é bebê e precisa da minha presença, rs...

O Dudu não aceita ficar sozinho ainda. Antes de irmos à aula, ele já avisa que não quer ficar só e se não me aceitarem, ele também não fica! Eita mulher chata! Rs...

Isto posto, rs, encherei a paciência da professora o mais polidamente que conseguir, rs... Ainda bem que não sou mais professora, rs...



Às 10:43


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terça-feira, 4 de março de 2008

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Zoológico


Para o meu terror de dorminhoca, meus meninos continuam acordando às 6h da “madrugada”, faça chuva/frio e mesmo que tenham dormido tarde no dia anterior. Como será que eles conseguem? Ouço por aí que tem tantos bebês que dormem até 9h ou 10h da manhã. Os meus, por ironia da natureza que me quer de pé mais cedo do que eu posso aguentar, rs..., acordam com as galinhas. Afe!

Já que tive que levantar, então surgiu a idéia de um passeio no Zôo em um domingo nublado e frio. O que fazer com dois meninos tão cedo num domingo? Rs... Foi a primeira vez que levei o Guilherme. Ele gostou mais dos cata-ventos no chão, de saltitar nas poças d´água e dos pássaros voando, rs... Ah, e da pipoca cor-de-rosa que comprei para o Dudu, rs...

Chegando lá, deixei os meninos bem à vontade apesar do chão molhado e da lama. Eu quis deixá-los livres para brincar sem meus “não pode” e “sai daí” de sempre. Falei ao Dudu que ele podia correr livremente na grama, pois não havia cocô de cachorro.

Peguei o Guilherme do colo da Lú e o coloquei na grama. O bebê foi logo dizendo:
- Cocô! Cocô!

Comecei a rir e disse a ele que não tinha cocô naquela grama. O menino, de tanto me ouvir falar isso sobre a grama de baixo do bloco já alerta, rs...

O passeio foi cansativo para mim e caho que legal para os meninos. Rs... Não tivemos nenhum incidente. Amém.

Passeio de carro. Outro dia, o Guilherme estava reclamando e choramingando por nada enquanto passeávamos de carro. Aí, comecei a imitá-lo, rs... O bebê fez uma cara safadinha, soltou uma risada, a Lú uma gargalhada e todos rimos do engraçadinho. Aí o bebê deu uma risada alta e o Dudu logo falou:
- Gui, ô menino que gosta de dá risada!
Rs... O Dudu falou de um jeito tão engraçado que não nos agüentamos de tanto rir.

Brincadeira dos irmão. Os meninos olham um para a cara do outro e se danam a rir. Quando vejo, o Dudu está fazendo careta e o Guilherme dando gargalhadas da “paiaçada” do irmão.

Reclamação. O Guilherme demonstra o ciúme que sente do Dudu choramingando. Afe! Isso me irrita. O bebê não pode me ver por perto que logo começa o nhãm, nhãm... Olha para mim e pede colo:
- Cól, cól...


Vcs pensam que a reclamação cessa quando o pego? Que nada, ele continua resmungando, insatisfeito com sua amarga vida de bebê...rs... Acho que por não conseguir falar o que quer, ele se irrita e choraminga. Às vezes, o Dudu está falando, falando, falando e o Guilherme começa a conversar também em uma língua ininteligível, sem vírgulas ou ponto:

- Budainidaminhabidabidaminha...


Rs... é mais ou menos isso que ele engrena a dizer quando quer imitar o Dudu.

Café-com-leite. O Guilherme continua indo ao judô como ouvinte, bom, brincante, sei lá, café-com-leite? Eu prestava atenção a ele num momento em que o sensei explicava ao Dudu sobre o fundador da luta cujo quadro estava na parede. O Dudu apontava para o quadro e repetia o nome do mestre. Nisso, o Guilherme se levantou do colchão e apontando para o quadro começou a dizer:
- Budainidaminhabidabidaminha...


Rs... Ele estava participando da aula, pode? Um molequinho de 2 anos e 2 meses (completou ontem) se metendo na conversa dos “adultos”? Rs... Estou com muita vontade de pedir um quimoninho para ele também, rs...

Arengueiro. Implica com o Dudu que é uma beleza. O Guilherme gosta mesmo é de ver o circo pegando fogo. Nos momentos de inspiração do Dudu, quando este está brincando com seus caminhões, o Guilherme, do nada, olha a brincadeira, vai se chegando como um gato, pega O CAMINHÃO que o Dudu acabou de enfileirar e corre como louco quando o irmão chora de raiva, rs... Tem base uma criatura dessas? Imaginem a confusão. O pior é que ele faz de propósito, parece irresistível pegar o brinquedo do Dudu e sair correndo.

Quando corre, o Guilherme fica com uma cara de:

- Meu Deus, agora estou ferrado!

E corre para perto de mim ou da Lú. Pura provocação, pois ele nem se liga em caminhões. Rs... Às vezes, me seguro para não rir da peraltice do bebê. Rs...

Dieta. Tenho excelentes novidades: perdi 1,900 kg na última semana! Em 2 meses consegui perder 8,400 kg! Faltam somente 6kg para minha meta. Percebi que quando como muitos doces um dia na semana, não engordo. Contudo, se eu passar 3 dias seguidos comendo muito doce, aí a coisa fica feia, o que aconteceu na semana do meu aniver. Vestida, fico com um corpo ótimo, mas de biquíni... rs... a coisa ainda está feia pro meu lado. Tudo bem que nunca mais terei o corpo de antes das gravidezes, mas se eu puder emagrecer mais um pouquinho... Hoje, estou muito satisfeita, deu até vontade de comemorar com um grande chocolate, rs... brincadeira... é verdade mesmo...rs...

Beijos a todas.




Às 10:41


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