<BODY> ~*~* Meu Bebê Guilherme 2 *~*~


Guilherme




Meu 2º filhinho nasceu no dia 3/1/2007 às 0h38m em Brasília/DF. Seu peso ao nascer foi 4,250 kg e mediu 54 cm. Seu nome é Guilherme Kazuo Cortez Matsushita e trouxe muita felicidade às nossas vidas.


1º Blog – Gravidez


Mamãe




Meu nome é Catarina e nasci em 20/2/1976 em Brasília/DF. Sou autora deste blog que começou em 17/8/2006, dia em que descobri minha 2ª gravidez. Cinco dias depois, tive uma grande surpresa durante a primeira US: minha gestação já era de 23 semanas ou 5 meses e eu nem desconfiava! Fiquei mais feliz ainda com a novidade e cheia de planos para este novo bebezinho. Sou completamente feliz e realizada por ter me tornado mãe. A minha alegria em ser mãe pela segunda vez quero compartilhar com todos que lerem este blog.



Papai




Este é o pai do Guilherme e meu marido com quem sou casada desde maio/1999. Ele é um pai muito carinhoso e presente. O Guilherme é seu segundo grande troféu no Grand Prix da vida.



Irmão Dudu




Este é o meu 1º filhinho e se chama Eduardo. O Dudu nasceu em 17/9/2005, apenas 1 ano e 4 meses antes do Guilherme. Meus dois meninos prometem muitas aventuras juntos e enxergar o quanto se amam me deixa muito feliz. Eles com certeza serão grandes amigos.


Blog do Dudu


Na Barriga




Na primeira US descobri que minha gestação era de 23 semanas e pude de imediato saber o sexo do bebê: masculino! Fiquei felicíssima, pois sempre quis ter 2 filhos com idades próximas e do mesmo sexo. O Guilherme ficou 42 semanas no barrigão! Eu estava ansiosa para tê-lo em meus braços o quanto antes, mas escolhi respeitar o tempo dele. Contei para isso com a ajuda de minha querida doula Clarissa Kahn e minha GO Rachel Reis. Preparei tudo com muito carinho para a chegada do Guilherme: o chá de bebê, o enxoval, o bercinho, as malas, etc...



O Parto




No dia anterior ao parto minha dilatação já era de 5cm sem dor alguma. As contrações apertaram por volta das 22h. Saí de casa às 23h e tive uma evolução tão rápida do TP que o Guilherme quase nasceu no carro. No hospital, apoiada de cócoras, senti meu menino saindo de dentro de mim direto para os meus braços. Novamente experimentei minha força de mulher, de mãe. A felicidade que vivi naquele momento, eu carregarei por toda a vida. Agradeço a você Guilherme, por ser meu filhinho, meu amor, minha vida.



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sábado, 22 de novembro de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Faltam duas semanas para o aniversário do Guilherme!

Olá amigas!

Estou em contagem regressiva para o aniversário de 2 anos do Guilherme. Meu menininho está tão grande e esperto! Ele é tão amoroso... e tão doce...

Bom, neste aniversário me contive em fechar o pacote com o buffet e não inventar mais nada: nenhuma lembrancinha avulsa, nenhuma mesa de guloseimas, nenhum doce decorado, nada. Somente o que estava no pacote da festa. Tomara que tudo saia bem e ele aproveite muito o seu dia.

Tema. Escolhi o tema Toy Story, pois os meninos adoram o DVD 2, é bem infantil e inclusive ganharam os bonecos da coleção: o Wood, o Buzz, a Jesse e o cavalo. O Guilherme gosta mais do Buzz e de colocar e tirar os chapéus dos cowboys. Pensei em fazer do Shrek por eles gostarem muito, mas acho melhor para crianças mais velhas. Aproveitei os bonecos da coleção para trocar a decoração do quarto dos meninos. Doei quase todos os bichos de pelúcia deixando no lugar os bonecos Toy Story e alguns carrinhos. Ah, doei também os jogos de berço e o berço do Guilherme, visto que o bebê já é um menino, como ele mesmo diz enchendo a boca, rs... Como eu não pretendo engravidar de novo e nem devo por causa do câncer, a fase de coisinhas de bebê está passando, restando brinquedos de meninos crescidos de 1 e 3 anos, rs...

Mãe de uma menina. Talvez no futuro, bem no futuro eu tenha a sorte de adotar uma menininha, que sempre foi meu sonho, mas senão...tudo bem. Na verdade, eu considero no meu coração minha irmã caçula como filha. Ela nasceu quando eu tinha 16 anos e tudo que eu queria era ser mãe dela. Eu adorava cuidar dela, dar-lhe mamadeira, lavar e passar suas poucas roupinhas, enfeitá-la para sair e desejar comprar vestidos e brinquedos para minha linda menininha. Tivemos a grande sorte de recebê-la em nossa “pequena família” de cinco filhos estando a filha mais nova com 9 anos de idade e falta de dinheiro extrema. Eu fazia o almoço quando recebi um telefonema de minha mãe, ainda no hospital onde trabalhava com a notícia de estar levando para casa um bebê. Fiquei atônita: - Mãe? Vc ficou louca? Olha a nossa situação! Como faremos? Não dá! Minha mãe desligou desanimada dizendo que levaria a criança e depois veríamos.

Adivinhem o que aconteceu assim que a neném chegou? Eu me apaixonei por ela instantaneamente e aquele dia chuvoso de fevereiro foi um dos mais felizes da minha vida.
Lembro-me daquela bebezinha de 2 dias de vida, tão linda, enrolada nos lençóis do hospital e com uma única peça de roupa: uma meia amarela nos pés. Ela estava chorando faminta quando meus pais saíram apressadamente para comprar leite. Na nossa casa não havia nenhum apetrecho de bebê e precisávamos correr. Enquanto isso, eu a acalentava sem conseguir ficar longe dela (eu corria na cozinha para ver o almoço, mas voltava o mais rápido possível) ou desgrudar os olhos daquela boquinha bem recortada, dos cabelinhos escuros, das bochechas vermelhas, do encantamento que aquela bebê emanava. Chegou o fusca do meu pai cheio com uma banheira, mamadeiras, leite, produtos de higiene, fraldas de pano e dois ou três pagãozinhos. Minha mãe deve ter feito algum empréstimo relâmpago ou deixado de pagar alguma conta, rs... Nós todos estávamos felizes e empolgados com as novidades, com o cheirinho de bebê e o telefone não parava de tocar. Depois que a bebê mamou e dormiu, meu pai fez uma reunião perguntando a cada um dos filhos se aceitava a bebê como nossa nova irmã, depois unimos nossas mãos, meu pai consagrou a bebezinha a Deus dando-lhe o nome de Sara que significa princesa. Naquela hora, ela se transformou em nossa irmã tanto de coração quanto de sangue e depois de todo processo legal, a Justiça nos deu a guarda da bebê. Ela foi adotada diante da lei, pelos nossos corações e no nosso sangue, o sobrenome dela é o nosso, os pais e avós dela, são os nossos, tudo que é nosso é dela também.

Passávamos por uma situação financeira muito difícil na época, pai desempregado, mãe trabalhando em dois empregos, casamento em crise, todos os filhos menores e somente estudando. Muita demanda e poucos recursos, contas atrasadas, comida regrada... Como cuidar de mais um bebê? E o leite? Fraldas? E o berço? Não parecia e nem era lógico, mas o coração gritava que ali estava uma de nós. Aquela que apenas viera através de outro ventre, mas que era nossa carne e sangue. Minha mãe é uma mulher de muita fibra e meu pai amou demais sua “princesinha” pelos cinco anos em que continuou vivo.

Lembro-me que nas 2 primeiras semanas ela dormiu dentro da banheirinha, onde minha mãe alcochoou vários lençóis para que ficasse macio e confortável. O berço só pode vir depois do pagamento, além de mais umas roupinhas, pois a bebê crescia rápido demais.
Lembro-me que várias amigas e parentes de minha mãe levaram roupinhas novas ou usadas para nossa princesa Sara, isso me parece a história dos Reis Magos com presentes para o Messias, rs... Como eu tinha vontade de trabalhar e comprar coisinhas bonitas para minha menina... Mas eu estava às vésperas do vestibular, tínhamos que nos contentar com as doações e o que a minha mãe às vezes podia comprar (eram poucas, mas de bom gosto). Quanto prazer eu tinha em passear com ela pela rua e até ser confundida com sua mãe, rs... Eu achava demais, dava banho, colocava uma roupinha bonita, sapatinhos e lacinho na cabeça. Eu brincava com minha boneca o tempo todo, rs...

Depois que comecei a trabalhar fiz uma festa para ela, comprei presentes e até hoje adoro dar coisas a ela. Sua adolescência me faz refletir melhor sobre o que dar ou não, rs... E assim, “minha filha” postiça tem hoje 16 anos e é uma das pessoas melhores que conheço, com um coração cheio de bondade, lindona com seus mais de 1,70cm, terminando o segundo grau, nunca deu trabalho algum e será o orgulho da família muito em breve. Ela nos trouxe muita alegria e esperança num momento crítico vivido por nossa família e o meu carinho será sempre para minha filha Sarinha. Ultimamente, tem muita gente querendo os direitos paternais sobre ela e estou bem atenta a isso...hum!

Voltando ao aniversário...viajei longe, hã? Rs...
Foto/filmagem. Ainda não fechamos, pois a filmagem do pessoal que conhecemos está aquém dos nossos desejos. O álbum de 1 ano do Guilherme ficou perfeito, e olha que sou muito exigente, contudo a filmagem... E outra, no aniversário do Dudu essa equipe se atrasou mais de 1 hora para chegar e só pegou o Dudu descabelado, sem sapatos, com o rosto marcado de batom (tem gente que lasca a beiçola cheia de batom vermelho nos outros e nem se toca!), boca cheia de doces... Rs... Do que eu estou reclamando? Essa descrição pura e simples do Dudu, rs... Pelo andar da carruagem, devemos ficar essa equipe mesmo, mas dessa vez direi que o aniversário começará uma hora antes para ver se eles não atrasam, rs...

Roupa do aniversariante. O Rubens ficou encarregado do modelito para a festa e constatei que esse pai tem mesmo bom gosto, rs..., trouxe até uma bota combinando. O Guilherme ficará bonito demais!

Convidados. Fechei o pacote para 50 pessoas e pelo jeito estourei o número de convidados... Mas tanta gente falta... Tomara que eu não tenha que pagar muito a mais. Chamei só os parentes próximos e poucos amigos mais chegados com crianças pequenas. No ano que vem, as festinhas serão na escola, pois os recursos irão para outro destino, rs... Eu e o Rubens faremos uma viagem de lua-de-mel comemorando nossos 10 anos de casamento. E sem levar os meninos...vixe! Será que aguento?

Lembrancinha do buffet. A lembrancinha será uma bolona daquelas que vendem nos parques. Achei legal, primeiro que o Guilherme é louco por bolas e a maioria das crianças convidadas é pequenininha também. Vcs acham que devo dar sacolinhas com doces?

Bolo. Ainda preciso escolher o sabor do bolo e os salgadinhos, mas farei isso na semana da festa.

Cores. Eu queria uma festa colorida e não somente azul frio. Não sei como ficaria legal. Talvez uma mistura de azul, laranja, verde e roxo... Caberia um amarelo ou vermelho? Sei lá... As cores do Buzz são frias, as do Wood são melhores, mas confesso que ainda não vi a mesa, pois a levaram para reforma na época em que visitei a loja. Verei isso na semana do aniver.

Minha roupa ainda é uma incógnita, mas o cabelo já está decidido: peruca, rs...

Beijos a todas e estou me sentindo muito bem neste segundo dia após a quimio.




Às 07:56


Lilypie 2nd Birthday Ticker




segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Lilypie 2nd Birthday Ticker



Só Guilherme


Tribo dos "cuecas":

Esta é o convite do aniversário de 2 anos do Guilherme:
Farei o aniversário do Guilherme no dia 6 de dezembro mesmo o menino só completando anos em 3 de janeiro. Sempre adianto a comemoração, pois em janeiro além de não ter muita gente, a maioria das pessoas está enfastiada de festas, rs... A partir do próximo ano, as festinhas de aniversário dos meninos serão na escola, depois explico...

Este post é sobre o Guilherme com 1 ano e 9 meses.

Alergia. Tivemos umas semanas difíceis com os meninos, antes de começarem a tomar as vitaminas. Principalmente o Guilherme ficava uma semana bem, uma semana com sintomas de gripe: nariz escorrendo com catarro esverdeado, tosse e falta de apetite. Resultado: o bichinho emagreceu muito ficando com os braços e pernas bem fininhos. Em questão de poucos dias notei esse emagrecimento e fiquei com medo de ser pneumonia, pois o menino começara a respirar com dificuldade, além do seu peito chiar após o entardecer. Grilei! Pensei mil coisas... Vcs já viram que mãe só pensa coisa ruim? Essa frase é do meu irmão quando nossa mãe pega no seu pé. Rs... Nós o levamos à homeopata e a médica percebeu o pulmão com catarro e o nariz muito entupido, mas mesmo assim, ela não achou que fosse necessário um RX. Como o Guilherme não melhorara, levamos o menino na alergologista que diagnosticou uma provável bronquiolite (quase asma). Passou uns 8 de remédios para asmáticos dos quais só comprei dois, tá doido! Além de tentar vender seus testes e vacinas para alergia, cada uma mais cara que a outra. Afe! Demos o desalex e o aerolin, o desalex é o xarope antialérgico e o aerolin um spray para melhorar a respiração. Suspendemos o uso do desalex, pois deixou o Guilherme com sono agitado, acordando várias vezes durante a noite. Quando o Guilherme tosse, damos o hixizine mesmo e o aerolin só damos quando percebemos que o menino está com o peito cansado na hora de dormir. Conseguimos também o mastruz que segundo a minha mãe foi o que curou minha bronquite quando criança. Estamos dando uma colher de sopa de sumo de mastruz com mel todo dia ao Guilherme. Nas primeiras vezes era na marra, mas hoje ele já acostumou. Tão bonitinho tomando aquela coisa verde sem reclamar, rs... Pelo menos para tomar remédios meus meninos não dão trabalho algum. Fora a alergia, somente vermes e protozoários, rs... Demos o pryr-pam para o Dudu e para o Guilherme sendo que quando ele fizer 2 anos tomará o abendazol. Virei mesmo a minha mãe...estou enchendo os meninos de vitaminas e vermífugos, rs...

Desfralde. Tenho a honra de apresentar o sucesso do meu Guilherme em processo de desfralde! Estou orgulhosa do meu bebê-menino! Hoje, dia 7/11 estamos há 3 dias sem usar fraldas! O molequinho com 1 ano e 10 meses praticamente desfraldado! É demais para uma mãe babona como eu, rs... Lembro-me que com o Dudu eu não sabia ao certo a melhor hora de começar, já com o Guilherme as coisas aconteceram naturalmente. Antes de completar 1 ano e 9 meses começamos a deixá-lo de cuecas pois o menino arrancava a fralda, acho que por conta do calorão daqui. Num aniversário com piscina que fomos, o Guilherme aceitou ir ao banheiro fazer xixi e para minha completa alegria, ele fez seu primeiro xixi no vaso! Fiquei tão maravilhada e logo o elogiei com um sorriso de orelha a orelha:
- Parabéns Guilherme! Vc fez xixi no vaso! Vc já é um homem!
Quando penso que não, o bebê retruca:
- Nanão! Sô menino!
Rs.... Fiquei morrendo de rir e contando para todo mundo a gracinha do meu bebê-menino. Ele pede para fazer xixi/cocô e está cada vez mais raro escapar na cueca. Quanta felicidade! Ele é tão novinho, mas tão esperto! Não pensei que seria tão fácil!

Falar. O Guilherme está se expressando cada vez melhor e faz frases completas. Acho legal quando ele vem me contar algo ou se mete no meio do falatório do Dudu repetindo o que o irmão diz. Fica uma confusão de barulhos com o Guilherme falando cada vez mais altos seu “ééés”.

Algumas frases do Guilherme que me lembrei:
Vou pachiar di cáô (vou passear de carro)
Queo vê Bebe Mais Natueza (quero ver Bebê Mais Natureza)
Queo fazê sisi no vaso (quero fazer xixi no vaso)
Eu choei (eu chorei)
Bati o bumbum no são (bati o bumbum no chão)
O miguinho faou (o amiguinho falou)
Dudu andando biquéta (Dudu andando de bicicleta)
Os mininos faando (os meninos estão falando)
Cooca suco pó Guiéme toma assim (coloca suco para o Guilherme tomar assim)-fez o gesto de quem toma algo no copo.

Manhã. Diferente de mim, o bebê-menino acorda alegre e tagarelante, rs...
- Papai, codei! Queo eite! (papai acordei, quero leite)

Outro dia fiquei rindo do meu quarto ao ouvir o diálogo do Guilherme ao ver que o irmão acordara:
- Dudu codei! Vc codou Dudu? Bu dia Dudu! Dudu caça sineinho! Viva Dudu codou! (Dudu, acordei! Vc acordou? Bom dia Dudu! Dudu, calça o chinelinho! Viva o Dudu acordou!)

Parece que ficar uma noite sem falar é demais para o Guilherme. O menino parece uma metralhadora de palavras com volume alto. Muitas vezes no meu mal humor matinal, preciso pedir que fale mais baixo para não acordar o Dudu. Mas adianta? Rs.... Ele desenvolveu essa técnica devido à competição com o Dudu por espaço. O irmão fala muito e bem, diante disso o Guilherme tenta falar alto para ser ouvido.

Dormir. Ele dorme diretinho, sem grandes dramas, sem sacrifícios, com muita serenidade e paz para sua pobre mãe cansada, rs... durante o dia faz uma soneca depois do almoço de 2h no máximo. Apesar de dormir sem problemas, há alguns meses, o Guilherme ainda acordava por volta de 0hs para tomar o leite, mas felizmente parou com essa história e posso confessar que não contribuí em nada para isso.

Pensamentos. Depois das milhares de fórmulas de como enquadrar um filho para que ele seja perfeito no seu comportamento e dê o mínimo de trabalho possível, desisti (essa palavra é forte demais para definir o que farei daqui para frente, rs...). Os filhos são fáceis ou difíceis independente da maioria dos modelos onde tentamos enquadrá-los. Umas crianças são mais dóceis e aceitam os padrões, outras são como “nadar contra correnteza” e todo dia é um desafio. Cada vez mais me convenço que eles nascem assim ou assado, ativo ou calmo, esperto ou dependente. Isso é bom de se pensar, pois a culpa não fica somente nos nossos ombros de pais quando eles fogem ao padrão. Tenho dois meninos, praticamente criados do mesmo jeito (isso é impossível), mas um sempre demanda mais cuidado e o outro é quase auto-criado, rs... Com esses dois figurinhas, para mim basta, rs...

Voltando à hora de dormir...
Quando o Guilherme quer dormir pede:
- Queo dumi mamãe! Queo panino! (quero dormir mamãe, quero paninho)

Acho esse comportamento de pedir para dormir tão fantástico! Rs... Eu não sabia que criança pedia para dormir, pois o Dudu até hoje é inimigo do sono. A questão chega ao ponto dele dizer que não gosta da música do cachorrinho Doti da Discovery Kids “Chegou a hora de dormir... as crianças já vão se despedir...” , além de ficar bravo quando assiste. Rs....
O Guilherme não pegou chupeta, mas chupa a ponta de uma fralda dizendo ser seu “panino”. É tão bonitinho! Não esquento para ele largar o vício, pois o acho muito pequeno para uma responsabilidade dessas, rs...

Motim. Minha sogra certo dia disse ao Guilherme que era feio chupar o pano. Na mesma hora, o Dudu berrou com a avó:
- Meu imão não é feio, batchan!!!
Fiquei rindo do Dudu defendendo o irmão, rs...
Outro dia, eu brigava com o Dudu por ter batido no Guilherme, quando o bebê-menino levantou a mão para mim esticando os dedos e dizendo:
- Pá-á, mãe, fa-á Dudu!!!
Ele quis dizer para eu parar de falar daquele jeito com o Dudu, parar de brigar com o irmão dele, posso? Rs... Achei legal o corporativismo dos irmãos. Eu e o Rubens tentamos desestimular a delatação ou dedo-durismo, rs...

Atividades. O Guilherme gosta de pintar, bom, de se pintar como um índio antes do ritual de guerra, rs... Toda tarde eles desenvolvem sua arte no próprio corpo e eu os chamo de tribo dos cuecas. Os dois meninos ficam de cuecas “tatuando” o próprio corpo pintando braços, barriga, rostos e cabelos. Ao ver o índio Dudu se preparando para a guerra, imaginei como será na escola ano que vem...rs... Tive um prazer sádico ao imaginar o sofrimento da professora na aula de pintura, rs... Brincadeirinha...acredito que elas saibam lidar com isso, né?

Vaidade. O Guilherme tem uma mania interessante, mesmo que faça um calor de rachar, ele pede para colocar a jaqueta jeans. Não adianta argumentar, o menino berra querendo a tal da jaqueta que ele chama de “cagaco” (casaco). Basta colocarmos para o bebê-menino pedir “fêssa”(fecha) e abrir um sorriso de satisfação como se dissesse: estou muito bonito! Rs... Posso? Ah, ele sempre pede para se olhar no espelho e não consigo deixar de dizer o quanto é lindo, abraçá-lo e beijá-lo...rs... Será que o menino é vaidoso? Bobagem...
O bebê-menino se auto elogia, tudo que ele faz sozinho como calçar os chinelos ou juntar alguns brinquedo ele diz para si mesmo:
- Muto bem! (muito bem)
Rs... Eu faço isso sempre que eles se comportam bem e parece que o Guilherme aprendeu minha frase. Depois que a mãe-Maria colocou as bolinhas de Natal na árvore (tentarei esse ano novamente, rs), o bebê-menino disse:
- Muto bem Ma-í-a! (muito bem Maria)
Perguntem se ela não se derreteu toda? Rs....

Nomenclatura. Ele se auto intitula Guiérme ou Guigui e chama o Dudu de Duduzão, rs...

Barbeiro. O Guilherme tem uma memória excepcional e se lembra de fatos ocorridos há 3 meses como no dia em que o Dudu cortou seu cabelo com a tesourinha para papel, rs...

Sabe todas as partes do corpo (boca, nariz, orelhas, sobrancelha, testa, dente, língua, bochecha, queixo, "sovaco", barriga, umbigo, "pipiu", bumbum, joelho, pé, perna, braço e mão. Parece que sequência numérica é fácil para ele, rs, ele conta de 1 a 10 sem errar, depois emenda no 12, 13,14, 15, 17, 18, 19. Rs... Os nomes das cores não é o forte do Guilherme, principalmente quando perguntamos e ele percebe que queremos muito que ele acerte, rs... Até agora, ele decorou o amarelo, o azul e o vermelho, mas vez ou outra troca todos os nomes, rs... As formas são a praia do Guilherme, sabe o quadrado, cubo, triângulo e o círculo dizendo com precisão quando perguntado. O retângulo, ele confunde com quadrado e adora dados.

Está imitando o Dudu ao contar histórias usando as palavras aí, assim, mesmo e por que.

Canguru. Ele não gosta de correr muito e sua energia é moderada quando o comparo ao Dudu na mesma idade. Gosta de subir e pular. Minha cama é cama elástica para os meninos e deixo eles se divertirem fazendo as recomendações básicas de cuidado, rs... Eles sobem na cabeceira e saltam na minha cama, bom, o Dudu salta e o Guilherme fica pendurado pedindo a mão para ter coragem de pular. Tenho dois cangurus em casa, várias vezes ao dia pedem para lavar os pés para pularem nas camas. Durante as refeições, eles tentam pular no sofá com as bocas cheias, mas aí já é demais e brigo para que fiquem sentados. Posso dizer que passo as refeições: senta! Não pode pular de boca cheia! Levanta! Senta! Afe! Quando eles não deitam, tentam ficar em pé e pular ou subir na grade da janela. A hora da comida melhorou, mas ainda é crítica...por isso, não comem sozinhos. Chegará esse dia glorioso em que nós quatro nos sentaremos à mesa e cada um se responsabilizará por sua comida...por enquanto ainda é um sonho...

Peixes. Depois de voltar do passeio da tarde, por volta de 18h, damos banho nos meninos e tentamos arrumá-los para jantar. Digo tentamos, pois os cangurus saltam em suas camas fugindo do creme hidratante, do repelente, das roupas e do pente...rs... Eu gosto dessa hora, por mais cansativa que seja, eles riem tratando tudo como brincadeira. Os meninos se debatem como peixes recém-pescados, tentando fugir dos nossos cuidados, rs... É uma ginástica entanto colocar roupas nos cangurus e levá-los para jantar. O trabalho que eles dão é esse e tenho que me policiar para não deixar o mal humor pelo cansaço estragar a alegria da ingenuidade macacal dos meninos, rs... Eles sabem se divertir e me divertir, confesso...

Brincadeiras. Como estou careca, a maior gracinha que o Guilherme gosta é arrancar meu lenço e escondê-lo enquanto o Dudu se acaba de rir... Aí, viro o bicho careca e tento fazer cócegas com minha cabeça na barriga dos meninos sob protestos de gritos e gargalhadas...rs... Outra brincadeira e colocar a mão no chão fingindo que ela anda como um caranguejo e faz cócegas.

Dentes. O Guilherme está com 16 dentões e deixa com pouca resistência escovarmos seus dentes. O que ele mais gosta é do fidentaaa (fio dental), dou um pedaço e o Guilherme fica mastigando. Até eu descobrir que essa palavra era fio dental...rs...

Organização. Ele tem um costume curioso que não ensinamos: leva os chinelos da sala para um canto do quarto ordenando par por par. Eu achava que era a empregada que fazia isso mas o Rubens me disse ser o Guilherme. Meu sonho: um filho organizado que salvasse a mim a o Rubens do caos eterno, rs... Sempre comentamos entre nós como o Guilherme é tranqüilo. Falamos isso com admiração visto que só conhecíamos o jeito Dudu de ser: curioso e acelerado. Outro dia, conseguimos até jantar na cozinha com o Guilherme sem que houvesse um tsunami como no passado com o Dudu na mesma idade, rs... Lembro-me que nunca conseguíamos fazer uma refeição juntos com o Dudu de menos de 2 anos.

Mamãe. Gosto muito quando o Guilherme volta da rua, pois a primeira pessoa que ele procura sou eu. Ele diz mamãe e seu olhar se ilumina como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo. Isso eu vou aproveitar bastante pois chegará o dia em que serei a chata que pega no pé, rs... Ano que vem, com o Dudu na escola, seremos eu e Guilherme grudados. Eu disse que amarraria o Guilherme ao meu corpo e sairíamos para bater pernas.
Ainda é grudado comigo e adora um colinho. Quando saímos para passear na rua ele sempre quer ficar no colo.

Costume. Fica sozinho algum tempo assistinho dvds hi5, backyardigans Sherek terceiro onde adora a parte do burro com cara de bebê Sherek e a parte em que a branca de neve canta para atacar. Ele pega as caixas dos DVDs e joga todas no chão depois de retirar os impressos dos filmes. Quando coloco um filme, ele pede outro, quando troco a mídia, o bebê-menino pede outro filme. Afe! Chega uma hora que ele não sabe o que quer e chora.. neste momento eu já perdi minha paciência há muito tempo, rs... Adora bolas, principalmente as que consegue colocar na boca como as de gude, além de brinquedos que emitam sons.

Música. Adora dançar e cantar. Apesar de não ter o molejo do imao, não perde uma oportunidade para balançar a cabeça e sacudir o corpo fazendo os gestos das musicas. Canta algumas músicas como o "Cravo brigou com a Rosa":
"O cavo bigou osa
Basso caçada
Cavo fe-í-do
Rosa talada"
Assim que entramos no carro pede para ouvir Cocoricó e escolhe a música do coco ou do astronauta que ele chama "fajenda" ("Gente que mora na fazenda gosta de olhar pro céu..."). Ambas, ele canta repetindo as palavras iniciais e finais das estrofes. O Dudu canta gritando como louco, eu suspirando, o Rubens rindo e o Guilherme pedindo:
- Pá-a guitá, Dudu! (para de gritar Dudu)
Rs...

Às vezes, o Guilherme me obriga a cantar músicas em sequência:
- Mamãe, canta, cavo! (mamãe, canta "o cravo...")
Quando estou no meio da música, ele manda que eu cante boi da cara preta, depois, muda de idéia e exige a música da minhoca. Nunca chego ao final de nenhuma, rs... Agora, ele deu para mandar eu parar de cantar, posso? Rs...

"Inho" Fala quase tudo no diminutivo: subi caminha (subi na caminha), queo panino (quero paninho), chieinho (chinelinho). Como ele é o caçula, falamos muito no diminutivo, deve ser por isso.


Saúde. Está gordinho com 13 400kg e 95cm de altura. Quase todo mundo pergunta se ele e o Dudu são gêmeos de tão grande que o Guilherme está. Para nossa alegria, fizemos um ecocardiograma e descobrimos que o bebê-menino está com as coronáris normais!!! Ele não precisa mais tomar AAS e a próxima consulta com a cardiologista ficou para daqui há um ano. Fiquei muito feliz e aliviada com a notícia. Para quem teve kawasaki, as recomendações são: controle rigoroso das taxas de colesterol e triglicerídeos, pois a doença pode ter deixado sequelas em qualquer vaso do corpo facilitando um entopimento. Além de exercícios físicos para o resto da vida. Com 3 anos, o Guilherme fará um exame de sangue para verificar suas taxas e até lá, controlaremos a gordura de suas refeições: nada de batatas fritas, sua comida preferida. Tadinho!


Leite. Toma uma mamadeira de leite de soja com mucilon e nescau pela manhã. Adora abacaxi (axi) e melancia (mecia) e morango (moango) Os meninos não têm gostado de mamão.
Não gosta de sashimi, mas adora farofa, rs... Ah, e gosta muito de pão e presunto (pesunto), uva passas e batata frita.
- Queo babat fita! (quero batata frita)
Adora aquela balinha "tic tac" e salgadinhos, mas depois da recomendação médica...já eram...

O Guilherme irá para escola com o Dudu... Depois explico o motivo no blog do Dudu...
Beijos e contarei mais no blog do Dudu.



Às 09:14


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